Pão quentinho!

O mês todo, todo dia, fornadas de pães especiais!

O chef Boulanger Marcos Rodrigues, chega todas as manhãs, bem cedinho neste mês mundial do pão, para garantir fornadas diárias de especialidades que dão água na boca. Tudo isso para você homenagear o Dia Mundial do Pão, 16 de outubro que foi instituído no ano 2000, em Nova York, pela União dos Padeiros e Confeiteiros.

Até lá, passe na Provence e bom apetite !

HISTÓRIA DO PÃO

A história do pão é antiga. Ele teria surgido há mais de 6 mil anos, quando os egípcios descobriram a fermentação do trigo. Ali ele era considerado um alimento básico e era um símbolo de poder. Os pães preparados com trigo de qualidade superior eram destinados apenas aos ricos. Os egípcios se dedicavam tanto ao pão que se tornaram conhecidos como “comedores de pão”.

“É importante lembrar da importância que o pão tem para a humanidade. Desde os primórdios, os grãos eram consumidos de forma bruta, comidos crus. Posteriormente, alguns historiadores falam que, por acidente, os pães – que eram formados numa pasta mascada na boca, pasta essa feita de mingau – caíram em cima de uma pedra quente, em uma fogueira e, a partir dali, se gerou uma massa assada.

O PÃO NO BRASIL

Para se ter ideia, o primeiro documento que narra um brasileiro consumindo pão foi a carta de Pero Vaz de Caminha. Quando as naus [portuguesas] chegaram em território brasileiro, elas traziam pães. Os índios então provaram, pela primeira vez, aquilo que era totalmente estranho. E a reação dos índios não foi lá muito favorável porque eles não estavam habituados a consumir aquele tipo de produto. Os produtos que se consumiam aqui eram derivados da mandioca e típicos da região”.

“Mas com o plantio do trigo, que teria sido iniciado pelas sementes trazidas por Martim Afonso de Souza [nobre e militar português, 1490-1570], é que o hábito de comer pão começa a crescer no país. “A primeira narrativa que se tem aqui [no Brasil] de trigo foi com Martim Afonso de Souza, lembrando das Capitanias Hereditárias. Ali, o militar Martim Afonso de Souza se tornou donatário da Capitania de São Vicente, primeira capitania que tivemos no Brasil. Ele também era governador da Índia, muito próxima das regiões árabes, e ele trouxe sementes de trigo para o Brasil. São duas narrativas que pouco se fala aqui: primeiro, que o pão foi provado pelos índios nas naus portuguesas. E, segundo, que o trigo foi trazido pelo Martim Afonso de Souza”, conta o historiador Augusto Cezar de Almeida.


BOULANGERIE: A EVOLUÇÃO DO DO PÃO

Embora estes pães sejam diferenciados, isto não significa que precisem inacessíveis. A

liás, o mercado está sempre desejoso de novidades no cenário da alimentação e o pão não deve ficar de fora.

A boulangerie é uma outra maneira para você produzir, comercializar e apreciar o pão.

Em outras palavras, passa a ser uma verdadeira “experiência gastronômica”, que envolve cor, textura, aroma e claro, sabor!

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