No glamour exclusivo do palacete do Batel, o brinde de inauguração do Las Lomas gastronomia garante à família curitibana, não só uma referência em gastronomia como uma responsabilidade histórica em um cenário de honestidade, muito trabalho, perseguição política e incansável luta por um Paraná melhor.
Ainda lembro que nas tardes de trabalho escolar, eu me reunia com o meu primo Sérgio Moscalesky e o sobrinho- neto do então falecido Hildebrando Araújo, Hildebrando Estevão, “o escovão”, apelido carinhoso pois aos 12 anos de idade, em todo o colégio Santa Maria só ele tinha bigode. Passávamos então pelo palacete para “morder” a tia-avó do escovão para o lanche da tarde.
Não só na memória e no coração vive o palacete… Ao lado do castelo, cravado no coração do Batel como um adorno, o palacete sempre desperta a curiosidade pela imponência dos jardins, grandiosidade da obra e arquitetura monumental. Projetada pelo arquiteto René Sandrensky, o Palacete do Batel foi erguido pela construtora de Maurizio Thá entre 1912 e 1914, o imóvel foi edificado para a moradia do filho do Bento Munhoz da Rocha, Ildefonso Rocha.
No entanto, o palacete precisou ser vendido em decorrência de uma dívida: o imóvel foi transferido ao Banco Francês e Italiano em 1922. No mesmo ano, o palacete tornou-se propriedade de Benedito Bandeira Ribas. Quatro anos se passaram e a residência foi adquirida por Hildebrando de Araújo, comerciante, industrial e chefe político do interior paranaense. Após sua morte, a propriedade foi passada à sua esposa, Leopoldina Conceição de Castro Araújo, tia-avó do “escovão”. O imóvel pertenceu a esta família por cerca de 60 anos.
Com o objetivo de preservar o valor artístico, arquitetônico e paisagístico do imóvel, o Palacete do Batel foi tombado pelo Estado do Paraná em 1975.
A partir de setembro de 2017, a empresa Castelo do Batel Eventos e Promoções do Grupo Lupion locou o imóvel dos atuais proprietários, passando a sediar eventos sociais, empresariais e gastronômicos. Recentemente, em parceria com a gastronomia do Las Lomas, o Palacete do Batel passa por uma nova fase: um espaço gastronômico sofisticado que preserva a memória e a poesia do lugar, unindo tradição a uma experiência que celebra a elegante contemporaneidade atemporal de sua arquitetura histórica.
Las Lomas, promessa de constelação…
A PARCERIA NASCE DA AMIZADE
Moyses Lupion Neto, agrônomo e pecuarista, o último neto a morar no castelo do Batel, hoje administrador da empresa de eventos da família e do patrimônio que na época, segundo ele, somava a impressionante quantia igual à de 12,8 por cento do PIB do estado do Paraná. Através de uma simpatia crescente pelo cearense Aldenir Rodrigues, destaque em Curitiba, há 17 anos servindo aos gostos dos maiores gourmets da cidade, que havia iniciado um empreendimento gastronômico. Moyses gostou da ideia, entrando com a administração, a posição no mercado, o empreendedorismo e Aldenir com a equipe, gestão operacional e controle de qualidade.
GASTRONOMIA
Quando reunimos a capacidade empresarial dos Lupion, o toque de Midas do Aldenir na qualidade dos pratos e atendimento, ao glamour histórico do palacete no melhor ponto do Batel, a mágica acontece!



