Guerra Santa no Futebol

Como costumeiramente, eclético nas nomenclaturas, mas ainda assim, homem de Fé, visitava na quarta-feira, último dia 13, a novena de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro.

Em frente à igreja, tenho observado o meu time, também costumeiramente, perder os jogos em casa.

Desta forma , prefiro atribuir o Alto da Glória pela posição da igreja de Nossa Senhora e não pelo estádio Couto Pereira…

Bem, neste dia após a novena eu teria reunião com o meu amigo de uma vida, Dionísio Wosniak, dono da Visorama. Ao passar-lhe a bênção, comentei que havia pedido a benção também para o Coxa, já que a O Coritiba vive uma excelente campanha em 2026, figurando no Top 10 do Campeonato Brasileiro e atingindo uma marca que o clube não alcançava há quase 20 anos na elite nacional.

Normalmente, sou atendido na minha devoção à Nossa Senhora. Ao rogar-lhe a bênção para o time do coração senti um desconforto que me levou a elucubrações mais profundas e uma máxima me sobreveio: “meu filho, os Santos não se agradam deste tipo de disputa!”

Resultado:
Santos 2 x 0 Coritiba
A ideia não era questionar nenhum santo!

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