Os vencedores do GIMI Awards 2025 (Roma , Itália) ainda não foram anunciados oficialmente.
Curitiba está entre os finalistas em uma categoria, concorrendo com a Polícia de Dubai e os Emirados Árabes, e a cidade de Curitiba foi premiada no Connected Smart Cities 2025 como melhor ecossistema de inovação do país, um prêmio que foi entregue em 24 de setembro de 2025, em São Paulo. A premiação ocorrerá no Rio de Janeiro em novembro próximo.
Estamos entre as 3 finalistas na categoria Entidade Governamental Mais Inovadora, com a Agência Curitiba de Desenvolvimento e Inovação.
Curitiba foi a única cidade do Brasil a receber, nesta quarta-feira (24/9), em São Paulo, o Selo CSC Diamante em Ecossistema de Inovação. A premiação foi entregue durante o Connected Smart Cities 2025, no Expo Center Norte, evento que discutiu temas como mobilidade, sustentabilidade, saneamento, transformação digital e participação social.
O Selo Diamante é o reconhecimento máximo concedido pela plataforma multidimensional Connected Smart Cities, em parceria com a Exxas, consultoria com experiência em estruturar processos de inovação para governos e empresas.
Para o prefeito Eduardo Pimentel receber o Selo Diamante no Connected Smart Cities é motivo de grande orgulho para Curitiba.
“Esta conquista mostra que nossa cidade é referência nacional em inovação e que o Vale do Pinhão é um exemplo de como o poder público, a iniciativa privada, as universidades e a sociedade civil podem trabalhar juntos em favor do desenvolvimento. Curitiba segue firme em seu propósito de ser uma cidade inteligente, inovadora e preparada para o futuro”, afirma o prefeito.
Nesta edição, 50 municípios brasileiros foram avaliados e classificados em cinco níveis de desempenho em práticas de governança tecnológica: Aspirante, Bronze, Prata, Ouro e Diamante. Somente Curitiba recebeu o Diamante.
Segundo o vice-prefeito e secretário de Desenvolvimento Econômico e Inovação, Paulo Martins, o prêmio mostra a força do ecossistema de inovação da capital.
“Curitiba está colhendo os frutos de um trabalho consistente de incentivo à inovação e à transformação digital. O Selo Diamante confirma que estamos no caminho certo, construindo políticas públicas que unem eficiência, transparência e participação social”, afirmou.
O presidente da Agência Curitiba de Desenvolvimento e Inovação, Dario Paixão, participou do evento e destacou a relevância da conquista.
“O Selo CSC valoriza as cidades que avançam na governança de seus ecossistemas de inovação. O Vale do Pinhão foi o único a receber o nível máximo de reconhecimento porque fomenta os negócios de Curitiba com práticas consolidadas de colaboração e transparência, por meio da quádrupla hélice (poder público, iniciativa privada, academia e sociedade civil), alinhadas às tendências globais de inovação e sustentabilidade.” disse. A avaliação dos municípios considerou seis eixos temáticos: Políticas e Estratégias de Inovação; Participação e Colaboração das Hélices; Transparência e Acesso à Informação; Cultura da Inovação; Ambientes de Inovação; e Resultados de Inovação.
No ranking nacional de cidades inteligentes, Curitiba ficou em primeiro lugar em um dos eixos avaliados: tratamento de resíduos sólidos, água e esgoto. A cidade também recebeu o Selo Ouro para cidades inteligentes.
EXPECTATIVA PARA O OSCAR DA INOVAÇÃO
Com o Selo Diamante, Curitiba amplia as expectativas para o Gimi Awards, considerado o Oscar da Inovação, que será entregue em 7 de novembro, no Rio de Janeiro.
A capital é finalista Top 3 e vai concorrer com a Polícia de Dubai e com o Ministério de Energia e Infraestrutura dos Emirados Árabes na categoria Entidade Pública Mais Inovadora.
Curitiba inscreveu a Agência Curitiba de Desenvolvimento e Inovação na premiação promovida pelo Global Innovation Management Institute (GIMI), de Cambridge, Estados Unidos. A empresa Klabin, do Paraná, também é finalista, na categoria Projeto Mais Inovador no Setor Privado.
Durante o Connected Smart Cities, o presidente da Agência Curitiba, Dario Paixão, participou do Workshop Temático sobre Inteligência Artificial, que discutiu os impactos, oportunidades e riscos da adoção de IA generativa no setor público. O debate tratou de transparência, automação de processos e relacionamento com o cidadão.
Também participaram Newton Neto, diretor de Parcerias da Google, Henrique de Oliveira Miguel, secretário de Ciência e Tecnologia para Transformação Digital do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, e João Vasconcelos, especialista sênior em Governança e GovTech no Banco Mundial.




