Paternidade é um conceito que vem do latim, patternitas, e que diz respeito à condição de ser pai. Isto significa que o homem que tenha tido um filho acede à paternidade.
Conforme comentei em outra oportunidade como esta, o melhor exemplo de paternidade que conheci foi a minha mãe. Papai era alcoolista. Curioso ver as crianças emocionais se debatendo entre o pai vilão e o pai herói. Sempre foram seres humanos, que acertam e erram o tempo todo. Afinal, na célebre frase de Renato Russo da Banda Legião Urbana: “…são crianças como você!”
Mas somos crianças rebeldes e queremos carinho e atenção o tempo todo.
Pai idealizado, filho injusto. Tanto é verdade, que na entrevistada deste mês, a minha amiga e précandidata a Deputada Estadual, Ariane Regis Silva de Assis, doada com dias de vida para o colega do Governo Federal, Noberto Silva, traz lágrimas nos olhos quando cita o pai biológico: “Ele não gostava de mim!”
Como pai ausente e paciente de terapias a minha vida toda, me coloco no lugar deste pobre homem que provavelmente procurou o melhor amigo, pedindo socorro com a pequena Ariane nas mãos. O marido dela, o Arquimedici, filho natural, tem 25 irmãos adotados. Que diferença faz o que ele pensa do pai?
Esse casal de amigos, se conheceu em Londres e hoje ilumina minha vida nas noites de domingo quando vou a culto na PIB, para render louvores ao verdadeiro PAI.
Vale a reflexão!




