A mídia impressa é um dos meios de comunicação de massa mais antigos da humanidade. Mas essa história que começou em 1609, com o primeiro jornal impresso, na Alemanha, ainda tem muitos capítulos pela frente.

A seguir, confira opiniões e dados que mostram por que o jornal continua sendo relevante para o público – e a importância desse meio para a comunicação das marcas. Aproveite. Com a ascensão do digital, uma grande pergunta que paira sobre os meios de comunicação diz respeito ao futuro do jornal impresso. Primeiramente, esse não é o fim dele. Pelo contrário, é um novo começo, uma repaginação.

Como o jornalista e consultor Eduardo Tessler ao Meio & Mensagem sugere: o jornal deixou de ser um produto de massas para se tornar algo mais desejável.
– Poucas e boas páginas. Menos assuntos, mas mais profundos, explica Tessler.

Afinal, o comportamento do público mudou com o acesso às novas tecnologias.
O imediatismo e as notícias urgentes estão a um toque, no celular. Mas aquele conteúdo mais elaborado, aquela diagramação bem trabalhada, aquela leitura prazerosa e aprofundada – em tudo isso a mídia impressa ainda é referência.
É nesse sentido que está sendo construído o futuro do jornal impresso e para o qual os veículos impressos caminham. São produtos premium nas mãos do leitor, tanto em qualidade de acabamento quanto de conteúdo.
– O impresso ganha nova vida, objetivo diferente, a possibilidade de agregar valor a um público muito especializado, complementa Tessler. Mas essa não é a única razão para confiar na resiliência da mídia impressa. São os próprios leitores que veem no jornal um meio indispensável em nossa sociedade.
O PERFIL DO LEITOR DE JORNAL NO BRASIL
Como a Kantar destacou, a mídia impressa tem um alto nível de confiança entre os públicos mais jovens. E aí se esconde uma informação que pode surpreender alguns: o jornal atrai leitores de todas as idades, incluindo uma considerável parcela de pessoas abaixo de 34 anos. Ou seja, o jornal impresso não tem nada de ultrapassado e continua se renovando também em termos de perfil do leitor. Dados do Target Group Index, referentes a quase 2 milhões de leitores de jornal pelo Brasil, mostram como esse perfil é bem distribuído entre várias idades, aqui vale lembrar que só em Curitiba, o jornal Batel- News tem quase um milhão e meio de visualizações mensais O impresso é para a elite da elite.
FAIXA ETÁRIA DOS LEITORES DE JORNAL:
– 12 a 19 anos: 7%
– 20 a 24 anos: 9%
– 25 a 34 anos: 21%
– 35 a 44 anos: 19%
– 45 a 54 anos: 20%
– 55 a 64 anos: 16%
– 65 anos ou mais: 9%
Percebemos, então, um índice de 37% de leitores abaixo dos 35 anos, e um percentual constante entre os 25 e 54 anos.
Outra distribuição equilibrada se dá com relação ao gênero do público da mídia impressa. Tanto em nível nacional, segundo o Target Group Index, quanto em Santa Catarina, nos jornais da NSC, a distribuição é de 53% de leitores e 47% de leitoras.
Já a análise das classes econômicas nos permite entender melhor a busca por produtos mais sofisticados na mídia impressa. A maioria do público (65%) pertence às classes A e B, enquanto 32% estão na C e apenas 3% na D.
Resumindo, o jornal tem se reinventado para manter sua forte relação de confiança com o público, atendendo a um perfil de leitor com elevado poder aquisitivo que está em constante renovação. Para conhecer agora as oportunidades de inserir sua marca nos jornais da NSC e fortalecer a imagem do seu negócio, baixe o nosso midiakit do site.
O JORNAL IMPRESSO É CAMPEÃO DE ATENÇÃO EXCLUSIVA
Quando o assunto é foco do público, a mídia essencial mais antiga ainda é imbatível em comparação com a TV, rádio e digital.
De acordo com a Pesquisa Brasileira de Mídia, a atenção em cada um desses meios de comunicação é dividida em diferentes níveis. Enquanto assistem à televisão, por exemplo, as pessoas citam fazer outras atividades simultâneas:
– 35% comem alguma coisa
– 28% usam o celular
– 24% conversam com outra pessoa
– E assim por diante Com a rádio vemos algo parecido:
– 37% fazem atividades domésticas
– 17% comem algo
– 17% usam o celular
– Etc. Quem está na internet:
– 21% comem alguma coisa
– 20% conversam
– 19% assistem à televisão
– Etc.
Já a atenção ao jornal é muito mais focada:
– 12% comem – 10% usam o celular
– 9% conversam
– Etc.
Note que nem sempre dividir a atenção é algo ruim. Por exemplo, o caso de ver TV e acessar a internet ao mesmo tempo representa uma enorme oportunidade de fazer campanhas crossmídia na sua comunicação.



